1 minuto Que o 8 nos de poder para atingirmos nossos objetivos. Para as coisas que precisam sempre acontecer, que tenhamos essa força. Quando pesar demais, que o 9 nos traga a paz para buscarmos harmonia e consenso. Nossa realização. Queremos a perfeição do 1 para gozar de ordem e da qualidade. De planos, projetos e vida. Sejamos excelentes. Que o 2 nos ajude a nos tornarmos indispensáveis. O que precisamos, outro alguém já enxergou. Sejamos uteis e prestativos. 3 vezes mais vitórias. Que Continue lendo

2 minutos Estamos bêbados. Não dá pra enxergar a realidade exatamente como ela é. A gente nem quer. É gostoso se sentir assim. Bêbados e apaixonados. Vale chorar, rir, gritar e fazer algumas loucuras. O coração pula e a gente quer mais. Mais uma dose e mais um beijo. Vários. Mais uma música alta e mais um eu te amo. Todo tempo é pouco e toda vida parece estar planejada. A gente quer. Comemoramos os exageros, não lembramos das consequências e vivemos de um jeito peculiarmente Continue lendo

5 minutos ** Para Alessandra Tavares, Beatriz Bressam, Camila Rocha, Gustavo Bassan, Jaqueline Zanovelli, Nicole Zuñiga, Roberto de Lima e Rodrigo Molitor – em ordem alfabética, ok? Chegamos lá. Naquela vida de adulto de estudar, trabalhar e renovar e resolver e se comprometer e se responsabilizar. Chegamos lá, Aceitamos desaforos, engolimos o choro e temos que tomar pelo menos duas decisões importantes – que vão afetar a vida de outras cinco pessoas – todos os dias. Chegamos lá. Esquecemos a dor de cabeça, nos Continue lendo

1 minuto Sentei pra fazer xixi e não deu. Não deu porque a privada aqui na casa nova é quadrada. Pra quem fez xixi a vida inteira em privada redonda, sentar em uma quadrada é um tanto quanto estranho. Não sai, a bunda dói e o pé formiga – acho que esse formato quadrado de ser, prende o sangue. Vamos concentrar! Xiiiiiii. Como é difícil se acostumar com novos hábitos que a gente não desejou ou previu. Você tenta enxergar o novo e se Continue lendo

1 minuto Isso precisa ser feito, mais de uma vez. É chato viver na beira, sem correr riscos e comer areia. Pra saber o que tem do outro lado, você precisa dar um jeito de ir até lá. Pode mergulhar, remar e às vezes até se afogar. Levante mais sábio e continue. Aprenda com os peixes, com os pescadores e até com as conchinhas. Todos eles podem acrescentar alguma coisa e deixar a travessia mais fácil. Se avistar um banco de areia, tente desviar. Continue lendo

2 minutos A minha (ex) casa está vazia agora. As paredes só ficaram com aqueles furinhos, sem quadros. Lindos os quadros que não estão mais por aqui, inclusive. Dentro do guarda roupa não tem mais roupas e dentro das gavetas do meu criado mudo não existem mais fotos, nem cartas, nem aquela caveira mexicana que eu pintei em Cancun. Tive que tirar tudo de dentro. Estou de mudança! De casa, de planos, sonhos e esperanças. Faz parte do ciclo? Essa casa não é mais Continue lendo

1 minuto Eu surtei. Surtei na história, nas lembranças, na impotência e na saudade. Surtei sem querer e sem pretensão nenhuma. Quem nunca? Os surtos fazem parte da vida ou quem sabe, da mente. São mais uma forma de sentir e te lembrar: você está vivo. O grande desafio continua sendo controlá-los e seguir em frente. É pra frente que se anda. Ou pelo menos, pra onde se deveria andar. Os surtos têm a ver com despreparo. Têm a ver com fragilidade. De uma Continue lendo

1 minuto Caiu um pingo na testa. Um pingo gelado, inesperado e muito denso. Daqueles que faz cambalear e interrompe todos os seus planos. Interrompe todas as suas graças. O céu não ajuda. Preto, carregado, pesado. Tudo contra. Era óbvio que o pingo gelado atingiria a testa uma hora, não era? É assim, respinga em tudo. Inunda e afoga. Quando a gente fica muito tempo molhado, muito tempo pressionado e obrigado a ser uma coisa que talvez a gente nem seja, pesa. Por mais Continue lendo

1 minuto Talvez um acorde imperfeito gerasse medo. Os dedos do sujeito correm tão depressa pelas cordas do violão e ele tem tanta sede de deixar a música perfeita que nem pensa em outra coisa. Enquanto os dedos da mão esquerda sobem e descem, os da direita apertam com cuidado as cordas de cada casa. E cada casa faz uma exigência, cada música precisa de um ritmo e sim, eles precisam se adaptar. São fases. Às vezes, é preciso que os dedos sangrem e Continue lendo

1 minuto Essa brincadeira sempre acaba deixando alguém no chão. Por mais que existam dois times, a luta é individual. Às vezes, você só torce por você mesmo. O lado mais forte ou mais preocupado fica com a corda na mão. O que é que nos prende a alguém? Uma corda, uma vitória, um interesse em comum ou um interesse próprio?  Você é interessante enquanto você tem o que oferecer. Que seja um pileque, que seja uma festa muito-muito-loka, que seja um carro do ano. Que seja. Ninguém quer um fracote Continue lendo